sábado, 29 de janeiro de 2011

O bom senso das palavras

Cada palavra pode ser interpretada de diversas maneiras diferentes, então a maioria dos significados é sempre interpretado pelo bom senso... Mas algumas palavras me chamam a atenção sobre o que elas nos passam. Duas delas são o "certo" e o "errado".
Duas palavras que podem ter relação com a lei. A legislação do nosso país nos diz o que devemos ou não fazer, mas legislação essa que foi construída por seres humanos, como nós, que estão sujeitos ao erro. E, diga-se de passagem, a maioria está mais sujeita ao erro do que a maioria de nós, enfim...
Entra em ação o bom senso perante a significação das palavras, mas assim como o resto das expressões, o "bom senso" também é relativo. Sendo assim, cada pessoa tem um "bom senso diferente" e o que, pra mim, é certo, pra você, pode ser errado.
Se estamos felizes com nossas atitudes, sem arrependimento, pois fizemos a coisa certa, tudo está maravilhoso. Até vir uma pessoa com outro pensamento e te falar que o que você fez está errado! Aí você começa a pensar sobre suas atitudes, rever seus pensamentos, seus conceitos... Mas esquece que existe outra pessoa que te julga certo!
Então, com o meu bom senso, considero que o certo é fazer o que você acha que é certo! É impossível 'agradar gregos e troianos', sempre haverá uma pessoa que vai te condenar. O mais importante é que você mesmo não se condene...

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

A música e o amor

Procurei tentar comparar a música ao amor, vi que são coisas distintas, e que mesmo distintas têm muito em comum.
Começando exatamente pelo começo, parece estranho, mas é isso mesmo. Todo começo de música é agradável ao ouvido de quem presta atenção, é onde o autor procura cometer menos erros e chegar o mais perto possível da perfeição, já que a primeira impressão é a que fica.
No decorrer da música, dependendo do estilo musical, ela vai aumentando gradativamente e empolgando mais aos poucos.
No mesmo decorrer podemos encontrar pausas (até pra dar emoção), introduções de instrumentos ainda não usados na mesma música, resumindo, coisas que vão dando vida à música.
Pequenas falhas e deslizes são normais em toda canção, uns graves (uns agudos) outros pequenos, não importa,  músicos não são deuses (eu sei, só existe um Deus, mais um motivo para eles serem humanos), são humanos como nós e estão sujeitos a todos e qualquer erro. Partindo daí vemos se a música tem qualidade ou se os erros do autor fazem ela se tornar ruim.
Simples, um bom amor é como uma música boa. Como na canção o amor começa lindo, muito lindo (não que pare de ficar lindo). Vai aumentando gradativamente o sentimento.
Surgem as brigas que comparo aos erros musicais, os autores são como os amantes. Se os erros não forem capazes de fazer parar de ouvir a musica, brigas também não serão capazes de acabar com um amor.
Eis que me vem a parte complicada, o desfecho, o final da música. Toda música tem fim, mesmo aquelas que duram muitos minutos e que nos agradam demais. Podem ser tristes ou animados, podem nos fazer rir ou chorar, não importa, final é final.
Ainda bem que música e amor são coisas distintas.


Por Yago Fernandes.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Elas

Estranho, às vezes, pensar em querer ficar ao lado de uma pessoa que ocupa a mente com assuntos completamente diferentes dos que ocupam a sua mente. Que é desconfiada, quer saber sempre pra onde vai, com quem vai. E, mesmo assim, continuamos com o desejo de fazer o melhor pra elas. Por mais que vacilemos algumas vezes, o arrependimento vem rápido, e a vontade de fazer algo que a faça esquecer os males.
Mentem, o que seria imperdoável, mas não é: o motivo da mentira, na maioria dos casos, é para não nos verem mal. Chateamos-nos, mas sempre passa, sempre... Chega a ser idiota. Com 5 minutos de conversa, aquela pessoa que não queríamos mais ver, volta a ser amada. Não digo só em relação a namorados, ou algo do tipo. Até mesmo na amizade. Elas sabem que erram, se arrependem, pedem desculpas, nós perdoamos. Cometem o mesmo erro. E nós perdoamos! Acho que o grande defeito das mulheres está nos homens...

sábado, 1 de janeiro de 2011

Na vida, só temos uma certeza:

A morte? Dizem que ela é a única certeza da vida. Pensando friamente, é mesmo. Mas algumas pessoas acreditam que a morte não é o fim, o espírito continua "vivendo". Então, de acordo com algumas pessoas, a morte não é uma verdade incontestável.
Sendo assim, hoje me veio na cabeça uma certeza: livre arbítrio. Percebi que todas as religiões que conheço e, até mesmo, as pessoas que não têm religião acreditam no livre arbítrio. Alguns acreditam em vida após a morte, outros acreditam, ainda, que um mesmo espírito vive várias vidas. Ainda há aqueles que têm o pensamento mais científico, que acreditam que, depois da vida, não há mais nada. Mas não conheço uma pessoa sequer que não acredite no poder das decisões.
Se temos um lugar no céu, com uma decisão nossa, vamos para o inferno. Se nosso espírito têm direito a mais uma vida, uma decisão errada, e não terá mais. Se temos mais 40 anos de vida, um descuido nosso, e perdemos 20 deles. Então, independentemente da crença de cada um, todos nós temos que pensar antes de agir. Mais que pensar: Analisar todos os riscos que corremos ao fazer até mesmo a mais simples das ações. Perigoso esse tal de livre arbítrio. E tem gente que ainda acha que pode fazer o que quiser...

Indispensáveis dispensam explicações

Em 2010,


Artemis
Brenda
Bruno
Camila
Iolanda
Juliana
Julio
Larissa
Leonardo
Luciana
Matheus
Natasha
Natielle
Priscila
Raquel
Renan
Shaina
Silvia
Stéphanie
Thaís
Vanderson
Victor
Vinicius
Yago


Em 2011,

Em aberto.