Procurei tentar comparar a música ao amor, vi que são coisas distintas, e que mesmo distintas têm muito em comum.
Começando exatamente pelo começo, parece estranho, mas é isso mesmo. Todo começo de música é agradável ao ouvido de quem presta atenção, é onde o autor procura cometer menos erros e chegar o mais perto possível da perfeição, já que a primeira impressão é a que fica.
No decorrer da música, dependendo do estilo musical, ela vai aumentando gradativamente e empolgando mais aos poucos.
No mesmo decorrer podemos encontrar pausas (até pra dar emoção), introduções de instrumentos ainda não usados na mesma música, resumindo, coisas que vão dando vida à música.
Pequenas falhas e deslizes são normais em toda canção, uns graves (uns agudos) outros pequenos, não importa, músicos não são deuses (eu sei, só existe um Deus, mais um motivo para eles serem humanos), são humanos como nós e estão sujeitos a todos e qualquer erro. Partindo daí vemos se a música tem qualidade ou se os erros do autor fazem ela se tornar ruim.
Simples, um bom amor é como uma música boa. Como na canção o amor começa lindo, muito lindo (não que pare de ficar lindo). Vai aumentando gradativamente o sentimento.
Surgem as brigas que comparo aos erros musicais, os autores são como os amantes. Se os erros não forem capazes de fazer parar de ouvir a musica, brigas também não serão capazes de acabar com um amor.
Eis que me vem a parte complicada, o desfecho, o final da música. Toda música tem fim, mesmo aquelas que duram muitos minutos e que nos agradam demais. Podem ser tristes ou animados, podem nos fazer rir ou chorar, não importa, final é final.
Ainda bem que música e amor são coisas distintas.
Por Yago Fernandes.
Por Yago Fernandes.
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